Parte da oportunidade de crescimento do varejo no futuro passa pela internet. Mas, para que o Brasil tenha taxas importantes de volume financeiro no e-business, a penetração da banda larga precisa melhorar muito.
O desafio está em ofertar a tecnologia para localidades que não terão rentabilidade para os donos da infraestrutura, acesso e "last mile".
Os grandes centros já tem as facilidades e sempre receberão investimentos. O "ROI" é tranquilo. Mas no sertão do Acre a história é um pouco diferente.
Entram as políticas públicas para a universalização do acesso. Sim, o governo precisa ajudar de alguma forma.
Agora, esse papo de uma nova estatal feita do espólio da Eletronet e também da fibra da Telebrás é preocupante. O sistema de telecomunicações já foi privatizado e a "BrasilNET" é um grande oportunismo.
A minha sugestão é que a infra possa ser franqueada para os interessados com facilidade tributárias e de investimento: BNDES.
Não pode valer para as teles e TVs a cabo já existentes.
Desta forma teremos novos "players", mais competitividade, empregos e a função social sendo alcançada.