segunda-feira, 30 de junho de 2008

Ich liebe daine musick

Trouble, I've had in my life
So much trouble with you feels fine

Lover I wanna make you mine
My lover give me a little time with you
I'll take it slow surely you must know
I'll do for you what it takes to make it right

Trouble, I've had in my life
So much trouble with you feels fine

I know what It is I know what it is that I must do
I don't like it like this
Now I must put my trust in you

Been times on my own
At home baby I think of you
Too many times on my own baby I undress you
Why you know yes its love alright
Now show it is right

My heart
My head
My soul
Yeah tellin me now
I now its you
Oh I know yes
(repeat)

I know what It is I know what it is that I must do
I don't like it like this
Now I must put my trust in you

Stop looking at what we have to gain oh
If we don't lie or pretend
It aint easy but things have to change
I miss you darling my friend


Trouble featuring Ian Whitelaw and Meitz

domingo, 29 de junho de 2008

A Taça do Mundo é Nossa

"Campeonatinho mixuruco, nem tem segundo turno!"
Garrincha durante a comemoração da conquista da Copa do Mundo em 58

A Taça do Mundo é Nossa (marcha, 1958)
W. Maugeri, Maugeri S., V. Dagô e L. Müller

A taça do mundo é nossa
Com brasileiro não há quem possa
Êh eta esquadrão de ouro
É bom no samba, é bom no couro
A taça do mundo é nossa
Com brasileiro não há quem possa
Êh eta esquadrão de ouro
É bom no samba, é bom no couro

O brasileiro lá no estrangeiro
Mostrou o futebol como é que é
Ganhou a taça do mundo
Sambando com a bola no pé
Goool!

A taça do mundo é nossa
Com brasileiro não há quem possa
Êh eta esquadrão de ouro
É bom no samba, é bom no couro

A taça do mundo é nossa
Com brasileiro não há quem possa
Êh eta esquadrão de ouro
É bom no samba, é bom no couro

O brasileiro lá no estrangeiro
Mostrou o futebol como é que é
Ganhou a taça do mundo
Sambando com a bola no pé
Goool!
"A conquista do Mundial de 1958 representa o fim do 'complexo de vira-latas' do homem brasileiro"
Nelson Rodrigues, escritor e jornalista esportivo

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Dra. do bem

A antropóloga Ruth Cardoso tinha luz própria. Ela foi um dos primeiros acadêmicos brasileiros a perceber a emergência dos movimentos sociais que abrigavam diversidades - como os feministas, étnico-raciais e de orientação sexual. Até a década de 70, a academia considerava que esses movimentos não tinham status para merecer a atenção da universidade, mas Ruth já os chamava de "novos movimentos sociais", conta a antropóloga Jacira Melo, aluna dela na USP nos anos 70.

Ela marcaria a sua carreira acadêmica pela inovação. Em meados da década de 50, quando o tema ainda era muito árido e distante, ela estudou a imigração japonesa para São Paulo, lembra o ex-ministro da Cultura Francisco Weffort, e a transformou em tese universitária. Depois do golpe de 1964 enfrentou o exílio ao lado do marido: no Chile, enquanto Fernando Henrique trabalhava na Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), ela foi professora da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), que recebia alunos de muitos países. Depois foram para a França e, de volta ao Brasil, fundaram o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), que marcaria a pesquisa social no Brasil.

No início dos anos 80, enquanto Fernando Henrique se envolvia na aventura política que o levaria ao Senado e mais tarde à Presidência da República, Ruth se aprofundou na vida acadêmica. No Cebrap, num tempo em que poucos perceberam a emergência dos movimentos sociais, ela montou uma primeira equipe para pesquisá-los, quando as organizações não-governamentais ainda eram desconhecidas. Depois diria que desde os anos 70, em plenos anos de chumbo, já percebia os sinais da construção de uma sociedade participativa no Brasil.

Ainda na fase de transição para a montagem do governo FHC, ela concebeu a criação do programa Comunidade Solidária. Separou como ninguém o público e o privado: só os amigos antigos tinham livre trânsito na residência presidencial, conta o ex-secretário da Presidência, Eduardo Jorge.

Ao mesmo tempo, revelou-se como o lado franco e progressista do governo. Quando alguém lhe perguntou sobre o então senador Antonio Carlos Magalhães, disse, sem meias medidas, que o PFL tinha dois lados e ACM era o lado ruim.

Com a declaração, criou um contencioso que custou a ser resolvido pelo marido. O então ministro José Serra dizia que recebia ordens dela, mas não de FHC.

Vanguarda, eles já eram há muito tempo. Quando os filósofos Jean Paul Sartre e sua mulher Simone de Beauvoir vieram a São Paulo, em 1960, na primeira fila do auditório acadêmico que os ouvia estava um casal marcante de professores da USP - Fernando Henrique e Ruth Cardoso.

Nascida em Araraquara, ela e Fernando Henrique se conheceram na USP e se casaram em 1953. Apesar de sua aversão à prática política - "Partido não é comigo", disse uma vez, segundo registrou sua amiga Fátima Pacheco Jordão -, foi uma das principais conselheiras do marido, enquanto Fernando Henrique esteve no governo.

Era doutora pela USP e pós-doutora pela Universidade de Columbia, nos EUA. Presidiu o conselho assessor do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) sobre Mulher e Desenvolvimento e integrou a junta diretiva da Comissão da OIT (Organização Internacional do Trabalho) sobre as Dimensões Sociais da Globalização.
Carlos Marchi, de O Estado de S. Paulo

quinta-feira, 26 de junho de 2008

The idiots are winning

Voltando de férias, vou falando um pouco da vida de povos muito sofridos.
Acabo por inverter a ordem. Mas se faz necessário.

Para quem nao pegou, a foto do post do Mano é Auschwitz-Bikernau, onde idiotas com criatividade e atitude matavam 1.000 judeus/ciganos por dia.

Todos os estudantes poloneses sao obrigados a visitar o maior campo de extermínio da história. Metade das vítimas eram polonesas e a outra era praticamente toda húngura.
Hoje, estrangeiros também pode visitar e obviamente a entrada nao é cobrada.
O campo fica apenas a 60KM de Cracow e voce pode ir de onibus em uma hora e meia.

O sentimento de quem sai é de raiva e nao pena. Voce fica puto e nao triste mesmo sendo judeu. Confirmei isso com uma familia de Tel Aviv. O pai pediu para que eu tirasse uma foto dele.
Quando voce entra no campo os dizeres:
"Para que nao se esqueça. Para que nao se repita."

Parece um linha de producao muito bem feita. Tudo foi pensado por mentes de engenheiros sinistros.
O trem para dentro de Bikernau, ao lado do "vestiario". La dentro nao rolava banho mas sim o gas Zyklon-B.

Os 25% que nao iam para o banho trabalhavam 12 horas por dia com direito a 1.500 calorias diarias e condicoes bizarras de vida.
Voce tambem podia ser escolhido para experiencias do Prof. Dr. Menguelle.

Ainda nao consigo acreditar como tanta gente poderia organizar uma producao assim. Alto escalao da SS, medicos e soldados juntos para matar, torturar e "brincar".

Penso que talvez os idiotas ainda estao em campo e ainda ganhando.

Nao é gostoso, confortavel ou divertido mas a visita deveria ser obrigatoria a todos que passam pela Polonia.
Assim, para lembrar o que idiotas com pró-atividade podem fazer.

Ah. Desculpe-me. Nós nao temos nada a ver com isso......


quarta-feira, 25 de junho de 2008

Mentira la mentira, mentira la verdad


mentira lo que dice
mentira lo que da
mentira lo que hace
mentira lo que va
(la mentira….)
mentira la mentira
mentira la verdad
mentira lo que cuece
bajo la oscuridad
(mentira, mentira, la mentira…)
mentira el amor
mentira el sabor
mentira la que manda
mentira comanda
(mentira, mentira, la mentira…)
mentira la tristeza
cuando empieza
mentira no se va
(mentira, mentira, la mentira…)
mentira no se borra
mentira no se olvida
mentira, la mentira
mentira cuando llega
mentira nunca se va
mentira la mentira
mentira la verdad...
todo es mentira en este mundo
todo es mentira la verdad
todo es mentira yo me digo
todo es mentira ¿por que sera?(mentira, mentira, la mentira…)
Manu Chao
Clandestino
Mentira

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Fome


Quase duas mil pessoas morrerão de fome hoje.
Vamos debater sobre alimentos transgênicos?
Não.
O assunto mais importante da nossa era não é a alta dos preços das "commodities" ou da substituição do petróleo por biocombustíveis.
O mundo precisa plantar mais, produzir mais grãos e com muito mais rapidez e eficiência.
Podem ser sementes modificas e árvores robocop. Devemos usar agrotóxicos e qualquer outra maluquice que faça uma bananeira crescer.
Novas doenças e pragas irão surgir, mas não devemos escutar os "ecochatos" e "natubobos" de plantão. O problema é a fome e não de bem-estar.
Muito diferente do que aprendemos nas aulas de Integração Social da escola, os países importantes nos próximos anos terão água e alimentos como principais artigos de exportação.
Cadê o valor agregado?
Chama-se custo de oportunidade.
O Brasil é o único país do mundo que pode aumentar a sua área produtiva em 30% sem aumentar o desmatamento. Apesar dos "ecoterroristas", nós temos uma das produções mais modernas e eficientes de grãos. O Brasil é muito relevante no "agrobusiness" mundial.
A escolha é sua.
Árvore ou criança?
Justifico:
Se você leu esse texto em dois minutos, 4 pessoas acabam de morrer de fome, sendo 3 africanas.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Vamos desistir?


Nós precisamos desistir das mONGs.
Vamos eliminar a falsidade e a hipocrisia. A mONG das mONGs vem passar alguns dias no Rio e agora tem a solução para o combate ao tráfico de drogas?
Essa foi muito boa:
Um relatório preliminar apresentado nesta segunda-feira no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, afirma que a política de grandes ações policiais no Rio de Janeiro não soluciona o problema da segurança no Estado e ampliam o risco de execuções extrajudiciais.O texto foi escrito por Philip Alston, relator especial do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre Execuções Arbitrárias, Sumárias ou Extrajudiciais. Alston esteve no Brasil em novembro de 2007 para examinar acusações de execuções extrajudiciais, especialmente em grandes operações policiais no Rio de Janeiro.
"As forças policiais envolvidas (na operação) tiveram pouco treinamento relevante com armas não-letais, não houve tentativa de estabelecer policiamento comunitário na área e quase não há serviços sociais providos pelo Estado de forma consistente."O documento da ONU também apresenta números gerais sobre os assassinatos no Brasil ("de 45 mil a 50 mil por ano"), trata do número de mortos pela polícia do Rio em 2007 (1,3 mil) e faz relatos sobre diferentes casos, além da ação no Complexo do Alemão, em que há suspeitas de execuções extrajudiciais cometidas por policiais.Na parte de recomendações, Alston sugere ações para diminuir a violência da polícia, que incluem desde o aumento dos salários dos policiais até a uma melhora da estrutura de vigilância e investigação da própria polícia.
Parece até piada. Um australiano do conselho de Direitos Humanos da ONU dando solução para o nosso problema carioca.
Agora vamos parar de babaquice. O problema é quem carrega para as faculdades de classe média e alta.
Esse consumo liberal de maconha pelos intelectuais/artistas/ongueiros que são amigos dos traficantes.
Aqui vale o mesmo conceito da madeira de floresta. O problema principal é o mercado consumidor que é muito comprador.
O resto é história conhecida. Manifestação por tortura de jornalistas amigos do traficante que são pegos por milícia. Direitos humanos e ONGs que são sustentadas pelo morro e corrupção para todos os lados.
A sociedade só acorda quando alguém é morto por um "amigo traficante". Ops.....então a sociologia perde espaço para a verdade nua e crua de uma guerra de uma cidade esquizofrênica pelo uso de pó.
Vamos legalizar tudo. Assim, os nossos traficantes "playboys" que estão super na moda podem se tornar empreendedores. Podem dar entrevistas e assim podem até virar "super stars".
Podem fundar a Mary J Inc, com apelo para a exportação. Mas, também podemos fazer uma parceria com as Farc e lançar a Basebras, com o foco em produção de baseados.
Vamos acabar com a lei seca e tirar o "business" de quem anda armado e gosta de tiro.
Eu não cansei e não desisto.